A Temu tem três meses para convencer Bruxelas de que consegue travar a venda de produtos ilegais na sua plataforma e evitar mais penalizações. A Comissão Europeia concluiu que a empresa chinesa falhou na avaliação dos riscos para os consumidores europeus, depois de testes revelarem problemas de segurança em carregadores e brinquedos para bebés